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Emoção e dor no enterro de família vítima de chacina em Campos

Potado por: Jornalismo - segunda-feira, 15 de dezembro de 2014 | 08:52

Os corpos da cozinheira Margarete Correa da Silva Soares, 52 anos, e dos filhos Maicon da Silva Soares, 28, e Eva Darcilla Soares da Silva, 25, foram sepultados na manhã deste domingo, no Cemitério do Caju, sob forte esquema de segurança. Os três foram mortos a tiros, dentro da própria casa, na Avenida Pedro Barroso, no Jardim Carioca. O marido de Margarete e pai do casal, o guarda municipal Josias Brandão Soares, 54, também baleado, permanece internado no Hospital Ferreira Machado (HFM).

Duas equipes da Polícia Militar (PM) e da Guarda Civil Municipal (GCM) acompanharam o cortejo, após velório realizado na 2ª Igreja Batista do Jardim Carioca, em Guarus. A despedida dos entes queridos foi marcada por forte emoção entre familiares e amigos.

O crime foi registrado no final da madrugada de sábado (13) e praticado por três homens. Josias foi atingido por dois tiros e se encontra internado em observação no HFM. O estado de saúde dele é estável. Por determinação do comandante da Guarda Civil Municipal (GCM), Wellington Levino, Josias está sob vigia da corporação.

Um suspeito já foi identificado

Durante o sepultamento, funcionários da Escola Municipal Santo Antônio se emocionaram ao falar de Margarete. "Ela era uma pessoa excepcional, risonha e sempre para cima". Na página pessoal do Facebook de Margarete, uma pessoa informou que "a família da Escola Municipal Santo Antônio hoje está com coração dilacerado e em luto por nossa amiga que nos deu tantas alegrias".

No Facebook de Eva, uma postagem informava que ela era uma pessoa especial, frequentava a Apoe (Associação de Proteção e Orientação aos Excepcionais) e que trabalhava em um supermercado no Jardim Carioca. O terceiro filho de Margarete, identificado como Patric, teve que ser amparado por parentes e membros da igreja evangélica, a qual ele frequenta.

Segundo o comandante do 8º Batalhão de Polícia Militar (BPM/Campos), tenente coronel Marcelo Freiman, através de informações levantadas pelo serviço de inteligência, um suspeito de ter participado do crime já foi identificado. "É difícil evitar este tipo de crime, dentro de uma casa em uma ação premeditada. Fatos como estes não podem acontecer, principalmente envolvendo inocentes", falou o comandante. O caso é investigado na 146ª Delegacia Legal (DL/Guarus).


Fonte: O Diário de Campos
Fotos: Phillipe Moacyr / Reprodução Facebook
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