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Sobrevivente de chacina depõe e polícia já tem linha de investigação

Potado por: Jornalismo - terça-feira, 16 de dezembro de 2014 | 08:57

Único sobrevivente de um triplo homicídio e uma tentativa, o guarda municipal J.B.S., 54 anos, prestou depoimento à Polícia Civil na tarde desta segunda-feira (15/12), no Hospital Ferreira Machado (HFM), onde segue internado no Centro de Terapia Intensiva (CTI) e o estado de saúde é estável. O crime aconteceu por volta das 6h de sábado (13/2), no bairro Jardim Carioca.

O depoimento foi colhido pelo delegado adjunto da 146ª Delegacia Legal, Pedro Emílio Braga, que revelou já ter a identificação de um suspeito e algumas provas do crime. “Estamos trabalhando as provas que já temos, inclusive temos uma linha de investigação que depende de alguns levantamentos para obter informações mais claras”, disse o delegado acrescentando não poder revelar muitas informações sobre o caso para não atrapalhar o andamento da investigação.

Pedro Emílio disse ainda que já é de conhecimento da Polícia Civil que as mortes ocorreram em função de rivalidade entre o tráfico de drogas [briga de facções rivais], mas que somente as investigações irão revelar se havia uma pessoa específica ou não. “Sabemos que aqui em Guarus as facções invadem locais em busca de alguém específico ou atirando a esmo, mas para sabermos o que de fato aconteceu precisamos analisar as provas que já temos”, completou o delegado.

Os homicídios aconteceram por volta das 6h de sábado (13/12), quando dois homens armados teriam invadido a residência da família do guarda municipal J.B.S. e atirado contra todos os moradores da casa. A esposa do guarda Margarete Correa da Silva Soares, 52 anos, morreu no local. Já os filhos do casal, Maicon da Silva Soares, 28 e da jovem Eva Dárcila Soares da Silva, 25 anos, chegaram a ser socorridos para o HFM, mas não resistiram aos ferimentos.

Eva Dárcila, que era autista e estaria em uma cadeira de rodas quando foi brutalmente assassinada, morreu minutos após dar entrada na unidade hospitalar. Já seu irmão Maicon, que foi atingido por aproximadamente nove tiros, chegou a passar por cirurgia, mas morreu durante a tarde.

Segundo a polícia, nenhuma das vítimas da chacina têm passagem pela polícia.

Fonte: Ururau



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